Tuesday, May 20th, 2008...6:57 pm
Um pouco da vida de Pedro Ametista, o “Nasal”*
Nascido em Poços de Caldas (MG), Pedro foi alimentado à base de requeijão durante a infância. O apelido Nasal é auto-explicável, oriundo de seu descomunal órgão respiratório, que chegava a medir a bagatela de 31 centímetros em dias quentes. Filho de pai viado e mãe lésbica, trouxe na genética a porra-louquice da família. Aos 3 anos já fazia teatro nos fundos de um estábulo velho, contracenando com galináceos e um punhado de feno. Ali nascia um gênio mal compreendido.
Depois de anos de batalha, mudou-se para um apartamento conjugado em Copacana. Dividia o espaço com um travesti aposentado de pênis flácido e com um camelo empalhado do Nepal. Chorou compulsivamente de emoção ao ser convidado para ficar na platéia do programa Domingão do Faustão. No mesmo momento escreveu uma carta para os pais dizendo apenas: “Eu venci”.
A aventura de aparecer em um programa da Globo durou apenas duas semanas. Nasal teve uma séria briga com Russo, o velho banguela da produção. Testemunhas garantem que Nasal teria passando a mão na bunda do idoso, gerando uma violenta pancadaria generalizada.
* texto de 2003.
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